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Conferente com prancheta diante de paletes na doca do armazém
Consultoria de processos e operações · Teresópolis — RJ

Consultoria de operações em Teresópolis: recebimento, estoque e expedição

Organizamos a operação de armazéns, transportadoras e distribuidoras com 30 a 300 funcionários. Acompanhamos o turno dentro do galpão, cronometramos cada etapa, desenhamos o fluxo que existe hoje e entregamos o procedimento escrito de cada posto, os checklists de conferência e a carta de passagem de turno. Começamos por uma visita técnica de duas horas em Teresópolis ou nas cidades vizinhas.

  • Mapeamento de processos
  • Cronometragem e dimensionamento de turno
  • Estoque, conferência e expedição
  • visitas ao local por levantamento5
  • pessoas ouvidas em entrevista10
  • processos desenhados por contrato12
  • semanas até a entrega dos documentos6
Serviços

Cinco frentes de consultoria de operações

Cada frente pode ser contratada sozinha ou junto com as outras. Abaixo está o nome de cada uma e o que exatamente é feito e entregue.

Mapeamento e padronização de processos

Desenho do fluxo de recebimento, armazenagem, separação e expedição como ele funciona hoje. Entrega: fluxograma atual, procedimento escrito de cada posto e a lista dos pontos em que o material espera ou volta atrás.

Tempos de operação e dimensionamento de turno

Cronometragem de descarga, conferência, endereçamento e separação no próprio posto. Entrega: planilha de tempos por etapa, tempo de referência de cada tarefa e o cálculo de quantas pessoas o turno pede em cada faixa de horário.

Estoque, endereçamento e inventário

Organização das ruas do galpão, definição de ponto de pedido por item e troca da contagem geral por contagem cíclica. Entrega: mapa de endereçamento, planilha de parâmetros e o procedimento de tratamento de divergência.

Qualidade e checklists de conferência

Definição dos pontos em que a carga precisa ser conferida e de quem assina cada conferência. Entrega: checklist de doca, checklist de saída, formulário de avaria e a rotina semanal de leitura desses registros.

Programação de turnos e agenda de expedição

Sequência de cargas por janela horária e regra de chegada de motorista. Entrega: quadro de janelas, escala de turno, carta de passagem de turno e o calendário de conferências do mês.

Como entramos

A operação é lida no lugar onde ela acontece

Ninguém descreve o próprio trabalho como ele é de verdade — descreve como deveria ser. Por isso a primeira semana é de olhar, cronometrar e perguntar, e nada é proposto antes de o desenho estar de pé.

01

Entramos no horário do turno

Se a doca abre às cinco da manhã, é às cinco que chegamos. Boa parte do que trava a operação acontece na virada de turno, na troca de encarregado e na primeira hora, e nada disso aparece em visita marcada para as dez.

02

Cronômetro, trena e planilha de campo

Medimos quanto tempo leva descarregar, conferir, endereçar e separar, quantos metros o separador anda por pedido e quantas vezes a mesma caixa é tocada. Sem esses números, discussão de processo vira disputa de opinião.

03

Quem faz é quem explica

Conversamos com conferente, separador, empilhadeirista, motorista e encarregado, um a um, longe do gestor. A versão da gerência e a versão do piso quase nunca coincidem, e a diferença entre as duas já é metade do retrato da operação.

04

O fluxograma é desenhado na frente de vocês

Passamos o fluxo para o papel na reunião, com quem executa olhando e corrigindo. Quando um quadrado está errado, alguém do piso fala na hora — e é isso que impede o desenho bonito e falso.

05

Regra nova tem dono, prazo e folha

Cada mudança sai com nome de quem responde, data de início e o documento que a sustenta. Combinação que existe só na memória da reunião dura até a primeira semana cheia.

Etapas

Da primeira visita aos documentos pendurados na parede

Cada etapa termina em alguma coisa que dá para abrir, ler e discordar: uma planilha de tempos, um desenho, uma folha de posto. Nada avança por concordância verbal.

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01

Reunião de partida

Duas horas com a direção e o encarregado para escolher quais processos entram no trabalho e quais ficam de fora desta rodada.

02

Visita de reconhecimento

Caminhada pelo galpão inteiro, do portão à expedição, com fotos, medidas de distância e a lista dos postos que serão observados.

03

Acompanhamento de turno

Três turnos inteiros ao lado de quem executa, com planilha de tempos preenchida no próprio posto.

04

Entrevistas individuais

Conversas de quarenta minutos com cada função envolvida, gravadas só com autorização e transcritas em resumo.

05

Fluxo como é hoje

O desenho do processo atual, com os pontos onde o material espera, volta atrás ou é conferido duas vezes.

06

Oficina de redesenho

Meio dia com piso e gerência na mesma sala para redesenhar o fluxo trecho por trecho, com quem executa segurando a caneta.

07

Documentos de posto

Folha de cada posto, checklist de conferência e a carta de passagem de turno, escritas na linguagem de quem vai usar.

08

Quatro semanas de acompanhamento

Visitas curtas para ver a regra em uso, ouvir reclamação de quem a segue e corrigir o que não coube na realidade do galpão.

Formatos

Três maneiras de nos contratar

De um processo isolado ao acompanhamento de toda a operação, com a papelada revisada a cada visita.

Relógio de parede acima da mesa de expedição
Um fluxo, quatro semanas

Levantamento de um processo

R$ 770
  • Dois turnos acompanhados
  • Planilha de tempos por etapa
  • Fluxo atual desenhado
  • Relatório de pontos de espera
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Vários fluxos ligados

Redesenho da operação

R$ 2.660
  • Recebimento, estoque e expedição
  • Oficina de redesenho com o piso
  • Folha de posto e checklist
  • Carta de passagem de turno
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Presença mensal

Operação acompanhada

R$ 6.300
  • Visita quinzenal ao galpão
  • Indicadores acordados com a direção
  • Revisão dos documentos em uso
  • Treinamento de encarregado novo
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Sem compromisso

Não sabe por onde começar

Conte qual etapa costuma atrasar a expedição. Marcamos uma visita de duas horas, andamos pelo galpão junto com você e devolvemos por escrito o que dá para tratar primeiro.

Ver as frentes
Casos

Tarefa, o que fizemos, o que ficou na casa

Relatos de operações que passaram pelo trabalho nos últimos dois anos, publicados com autorização de cada empresa.

conferência dobrada na entrada

Armazém de autopeças

A mesma caixa era conferida na doca e de novo no endereçamento. Acompanhamos dois turnos, medimos as duas conferências e juntamos as duas numa só, com etiqueta assinada. Ficou a folha do posto de recebimento e o checklist de doca.
separação sem rota

Distribuidora de material elétrico

O separador andava o galpão inteiro por pedido. Medimos o percurso de cinquenta pedidos e reorganizamos o endereçamento por giro. Ficou o mapa de ruas e a regra de reposição do picking.
carreta parada no pátio

Transportadora regional

Carretas esperavam doca sem ordem definida. Montamos a fila por janela horária com aviso ao motorista. Ficou o quadro de janelas e o procedimento de chegada.
turno mal passado

Centro de distribuição de bebidas não alcoólicas

O turno da noite recebia recado por bilhete solto. Escrevemos a carta de passagem com seis campos fixos. Ficou o bloco impresso e a rotina de dez minutos na virada.
inventário sempre atrasado

Operador logístico de cosméticos

A contagem parava o galpão por um dia inteiro. Trocamos por contagem cíclica por rua, com calendário. Ficou a planilha de ciclos e a folha de divergência.
avaria sem registro

Armazém de embalagens

Caixa amassada voltava para o estoque sem ninguém saber de onde vinha. Criamos o registro de avaria com foto na entrada. Ficou o formulário e a rotina semanal de leitura dele.
Perguntas

O que a direção pergunta antes de abrir o galpão

As dúvidas que aparecem antes de abrir o galpão para alguém de fora.

Vocês param a operação para fazer isso?

Não. O acompanhamento é feito com o galpão trabalhando normalmente: ficamos ao lado do posto, sem interromper quem executa. As únicas paradas combinadas são a reunião de partida e a oficina de redesenho, e as duas são marcadas no horário que menos atrapalha a expedição.

A equipe vai achar que é fiscalização?

Vai, na primeira hora. Por isso o trabalho começa com uma conversa aberta com todo o turno, explicando o que estamos medindo e o que não estamos. As entrevistas são individuais e o relatório não traz nome de ninguém ligado a um erro.

Quanto tempo leva do começo à entrega?

Seis semanas é o prazo comum de um redesenho completo, contando as pausas em que esperamos dados de vocês. Um levantamento de processo isolado sai em quatro.

Precisamos ter sistema para começar?

Não. Trabalhamos com o que existe, inclusive com caderno e planilha. Quando o sistema atrapalha mais do que ajuda, isso entra no relatório como está, com a tela impressa junto.

O que exatamente é entregue no fim?

O fluxo atual desenhado, o fluxo proposto, a folha de cada posto tocado, os checklists de conferência, a carta de passagem de turno e um relatório com os tempos medidos. Tudo em arquivo editável e em versão impressa para a parede.

Vocês acompanham depois da entrega?

No formato de operação acompanhada, sim: visita quinzenal, leitura dos indicadores combinados e revisão das folhas que não estão sendo usadas. Nos outros formatos, quatro semanas de acompanhamento já vão incluídas.

Comece contando qual etapa costuma segurar a saída da carga

Marcamos uma visita de duas horas no seu horário de pico, andamos pelo galpão junto com o encarregado e devolvemos por escrito o que dá para tratar primeiro e o que exige um trabalho maior.

Contato

Escreva para a equipe

Conte que operação você tem, quantos turnos ela roda e qual etapa mais atrasa o dia.

DadoConteúdo
EndereçoRod. Dr. Rogério de Moura Estevão 5307 — Teresópolis, RJ, CEP 25975-442
RegistroCNPJ 65.168.660/0001-21
SemanaSegunda a sexta, das 9h30 às 17h30
SábadoSábados, das 9h30 às 14h30
Domingofechado
Telefone+55 21 93839-9544
E-mail[email protected]
Janela do escritório do armazém com vista para o pátio de carretas