Nexaris
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Consultoria de processos e operações

Consultoria de operações em Teresópolis, no mercado desde 2014

A Nexaris é uma consultoria de operações com escritório em Teresópolis. Atendemos armazéns, transportadoras e distribuidoras que precisam de processo escrito, tempo medido e rotina de turno organizada.

A Nexaris foi aberta em 2014 por dois engenheiros de produção que vinham de armazéns de autopeças. Hoje somos dez pessoas entre consultores de campo, analistas de tempos e a redação dos procedimentos, com escritório em Teresópolis e trabalho presencial nas cidades vizinhas.

Atendemos empresas de 30 a 300 funcionários: armazéns próprios e terceirizados, transportadoras regionais, distribuidoras e indústrias com estoque grande. Quem nos procura costuma ter a operação funcionando e nenhuma parte dela escrita — o processo existe na cabeça do encarregado e muda quando ele tira férias.

O trabalho é sempre por contrato fechado, com escopo definido antes de começar: quais processos entram, quantos turnos serão acompanhados, quais documentos serão entregues e em quantas semanas. Nenhuma etapa avança por concordância verbal — cada uma termina em um arquivo que a direção abre, lê e pode contestar. Depois da entrega ficam quatro semanas de acompanhamento para ajustar o que não coube no turno real.

O que não fazemos: não implantamos sistema nem revendemos software, não assumimos a operação no lugar da sua equipe, não avaliamos pessoas e não emitimos laudo técnico. Quando o caso pede engenharia civil, automação de equipamento ou perícia, dizemos com todas as letras e indicamos quem faz.

Duas pessoas em frente ao quadro branco com o fluxo do recebimento

Aberta em 2014

Doze anos acompanhando turno em galpão, sempre no horário em que a operação está rodando.

Equipe de dez pessoas

Consultores de campo, analistas de tempos e uma pessoa dedicada só à redação dos procedimentos.

Empresas de 30 a 300 funcionários

Armazéns, transportadoras, distribuidoras e indústrias com estoque próprio.

O que não fazemos

Não implantamos sistema, não assumimos a operação e não damos parecer sobre pessoas.

Como entramos

A operação é lida no lugar onde ela acontece

Ninguém descreve o próprio trabalho como ele é de verdade — descreve como deveria ser. Por isso a primeira semana é de olhar, cronometrar e perguntar, e nada é proposto antes de o desenho estar de pé.

01

Entramos no horário do turno

Se a doca abre às cinco da manhã, é às cinco que chegamos. Boa parte do que trava a operação acontece na virada de turno, na troca de encarregado e na primeira hora, e nada disso aparece em visita marcada para as dez.

02

Cronômetro, trena e planilha de campo

Medimos quanto tempo leva descarregar, conferir, endereçar e separar, quantos metros o separador anda por pedido e quantas vezes a mesma caixa é tocada. Sem esses números, discussão de processo vira disputa de opinião.

03

Quem faz é quem explica

Conversamos com conferente, separador, empilhadeirista, motorista e encarregado, um a um, longe do gestor. A versão da gerência e a versão do piso quase nunca coincidem, e a diferença entre as duas já é metade do retrato da operação.

04

O fluxograma é desenhado na frente de vocês

Passamos o fluxo para o papel na reunião, com quem executa olhando e corrigindo. Quando um quadrado está errado, alguém do piso fala na hora — e é isso que impede o desenho bonito e falso.

05

Regra nova tem dono, prazo e folha

Cada mudança sai com nome de quem responde, data de início e o documento que a sustenta. Combinação que existe só na memória da reunião dura até a primeira semana cheia.

Casos

Tarefa, o que fizemos, o que ficou na casa

Relatos de operações que passaram pelo trabalho nos últimos dois anos, publicados com autorização de cada empresa.

conferência dobrada na entrada

Armazém de autopeças

A mesma caixa era conferida na doca e de novo no endereçamento. Acompanhamos dois turnos, medimos as duas conferências e juntamos as duas numa só, com etiqueta assinada. Ficou a folha do posto de recebimento e o checklist de doca.
separação sem rota

Distribuidora de material elétrico

O separador andava o galpão inteiro por pedido. Medimos o percurso de cinquenta pedidos e reorganizamos o endereçamento por giro. Ficou o mapa de ruas e a regra de reposição do picking.
carreta parada no pátio

Transportadora regional

Carretas esperavam doca sem ordem definida. Montamos a fila por janela horária com aviso ao motorista. Ficou o quadro de janelas e o procedimento de chegada.
turno mal passado

Centro de distribuição de bebidas não alcoólicas

O turno da noite recebia recado por bilhete solto. Escrevemos a carta de passagem com seis campos fixos. Ficou o bloco impresso e a rotina de dez minutos na virada.

Comece contando qual etapa costuma segurar a saída da carga

Marcamos uma visita de duas horas no seu horário de pico, andamos pelo galpão junto com o encarregado e devolvemos por escrito o que dá para tratar primeiro e o que exige um trabalho maior.